TRECHO EXCLUSIVO (Parte 2) Lover Unveiled

 


(Esta é uma tradução livre do site Black Dagger Lover, divulgada aqui pela própria J.R. Ward no dia 23/02/2021)


LEIA:

CAPÍTULO 21

TRECHO 1

TRECHO 2 

TRECHO 3

TRECHO 4

TRECHO 5


ATENÇÃO! A leitura do trecho abaixo é por sua conta em risco, já que ele é 

PURO SPOILER de LOVER UNVEILED.


OBS: Antes de qualquer coisa, preciso dar todos os créditos dessa tradução à Letícia Dias. Ela foi um anjo traduzindo todas páginas desse trecho, que eu — abusadamente — acrescentei algumas observações para melhor entendimento do contexto. Muito obrigada, amora!


LOVER UNVEILED - Trecho 2


Capítulo II


Edifício Commodore, Vivendo luxuosamente no seu melhor™

Centro de Caldwell


Balthazar, filho de Hanst, tinha sapatos macios como orelhas de carneiro nos pés. Suas roupas justas eram pretas. Sua cabeça e a maior parte do rosto estavam cobertos com um gorro. Suas mãos estavam enluvadas.


Não que os vampiros tivessem que se preocupar em deixar impressões digitais.


Enquanto ele vivia em silêncio de acordo com todos os mitos assustadores sobre a sua espécie — ao menos aqueles criados por humanos — ele era uma sombra entre as sombras, sussurrando através dos quartos de teto alto no maior condomínio do edifício, catalogando todos os tipos de guloseimas que estavam em exibição na luz fraca.


A porra do triplex era como um museu. Para alguém que assistiu um monte de AHS* [* American Horror Story, série americana de tv].


Dobrando outra esquina e entrando em outra pequena sala com um tema para os objetos, ele parou. — Mas que...


Como as outras cápsulas que ele passou, esta estava cheia de prateleiras de vidro. Era o que estava neles que era surpreendente — considerando que ele estava passeando por um quarto inteiro cheio de instrumentos cirúrgicos de Vitorianos, era alguma coisa.


Ah, e então tinha os esqueletos de morcego.


— Você foi e comprou um monte de pedras, — ele murmurou. — Fala sério. Como se você não tivesse nada melhor para fazer com seu dinheiro.

Através da escuridão, Balz deslizou sobre o chique piso laminado até algo que parecia um pão de centeio que tinha sido super provado. A coisa tinha a forma de ovo com a gema meia mole, as bordas cheias de buracos, a coisa toda montada em algum tipo de suporte de acrílico. Uma pequena placa de identificação em ouro escovado lia-se: Willamette Fragmento, 1902* [*meteorito encontrado nos EUA por Ellis Hughes. Abaixo ele vai comentar sobre várias cidades onde foram encontrados meteoritos também].


Cada um dos pedaços parecia ter o nome de um lugar: Lübeck, 1916* [*Alemanha]. Kitkiöjärvi, 1906* [*Suécia]. Poughkeepsie, 1968* [*NY,EUA].


Nada disso fazia sentido.


Dôvar, 1833* [*Reino Unido].


Balz franziu a testa. E então, antes que ele pudesse fazer qualquer matemática consciente sobre a data e o local, o passado o atingiu: Sem aviso, ele foi sugado para longe do luxuoso e estranho condomínio, teletransportado pela memória de volta ao Velho Continente... Quando ele e o Bando de Bastardos viviam sozinhos nas florestas, vasculhando por comida, por armas, por lessers (redutores). Ah, aqueles primeiros anos difíceis e emocionantes. Eles tinham sido o exato oposto de onde estavam agora, aliados com a Irmandade da Adaga Negra e a Primeira Família, aterrissando numa grande mansão cinza no topo de uma montanha, sãos, salvos, protegidos.

Ele sentia falta de algumas partes das boas noites. No entanto, ele não mudaria nada sobre o presente.

Mas sim, voltando em março de 1833, no Antigo País, os Bastardos estavam saindo da caverna rasa em que se refugiaram para evitar o sol durante o dia. De repente, no alto, um flash de luz brilhante apareceu em todo o céu noturno, brilhando incandecidamente como uma estrela e ficando maior a cada batimento cardíaco, seu rastro uma serpentina de joias cintilantes.

Eles correram de volta para a caverna e se agacharam, os braços sobre os crânios para proteger a cabeça e rosto.

Balz tinha pensado que talvez o mundo estivesse chegando ao fim, que a Virgem Escriba cansou de brincar com as espécies — ou talvez que o Omega tivesse descoberto uma nova arma contra os vampiros.

A explosão tinha sido próxima, o som do impacto ensurdecedor, o chão estremeceu, pedregulhos caindo sobre seus ombros como se a integridade da estrutura tivesse sido desafiada. Depois disso... vários minutos de espera. E então, eles deslizaram para fora e cheiraram o ar.

Ferro. Ferro fundido* [*Um meteorito é formado por fragmentos de asteroides ou cometas ou ainda restos de planetas desintegrados, que podem variar de tamanho desde simples poeira a corpos celestes com quilômetros de diâmetro, podendo ser rochoso, metálico, ou metálico-rochoso].

Eles seguiram o fedor metálico através das árvores... para encontrar um buraco fumegante, com uma pequena pedra no centro. Como se uma estranha mística criatura-pássaro tivesse posto um ovo tóxico.

Balz voltou ao presente e olhou ao redor outra vez.

Esses eram meteoritos. Todos esses pedaços escarpados de só-Deus-sabe-o-quê viajou pelo espaço e pousou com alarde na terra. Apenas para ser preso aqui por um colecionador com muito dinheiro e um indiscutível caso clínico de TOC* [* Transtorno obsessivo compulsivo].

— Tente a sorte — murmurou Balz enquanto continuava.

Tinha levado algumas semanas para encontrar esse alvo — digamos pesquisar e perseguir as preliminares antes do orgasmo. O marido era um gerente de fundo de investimento — o que Balz imaginava como um homem de terno guardando 27,94 dólares* [*mais ou menos 152 reais] em aparadores de arbusto. A esposa era uma ex-modelo — o que significava que ela ainda era gostosa, só que não era fotografada profissionalmente agora que tinha um anel. E claro, havia uma diferença da idade de dezenove anos entre os dois, e dado as extensões de vida dos seres humanos, não que fosse importar tanto agora que a situação era fim dos cinquenta anos contra o fim dos trinta anos. Dez anos a partir de agora? Vinte?

Difícil imaginar que aquela esposa com boa estrutura óssea e posterior superior encontrasse em dentadura e um andador algo que valesse a pena. Mas tanto faz. Não era problema dele.

Aparentemente, quando você é gerente de fundos de investimentos, precisava de uma esposa gostosa. E também precisa de alguma mansão. Ou seis propriedades, como era o caso. Aqui em Caldwell, o cara comprou os três níveis superiores da metade do Commodore, e o layout do triplex era lógico. O primeiro andar era composto de grandes espaços públicos para entretenimento — você sabe, para quando você precisa fazer eventos de cheques-por-canapés para apoiar as filantropias locais. O segundo andar era este labirinto de coelho de pequenos quartos com suas selecionadas coleções de seixos espaciais, pesadelos do século XIX — e, ah, sim, aquelas três dúzias de esqueletos de morcego que eram como modelos de naves apenas com asas.

Balz na verdade quase respeitou o gosto do cara.

Quanto ao terceiro andar? Era para lá que ele estava indo, e, quando subiu a escada, ele chegou aos degraus de mármore em um sussurro. Pinturas a óleo de Banksy marcavam a parede curva e, lá em cima, um lustre enfeitado com prismas de cristal de chumbo brilhava silenciosamente, como uma debutante indisciplinada que tinha sido instruída a ficar de boca fechada no baile. No andar da cobertura, o carpete de parede-a-parede começava, e havia uma mudança de cheiro aqui, uma essência tingia o ar com lavanda, madressilva e a ritmada liberdade que vinha com grandes e gordos extratos bancários.

Balz seguiu ao longo do corredor, a pilha tão espessa que era como andar no Wonder Bread* [* marca de pão de forma, igual ao nosso pão Plusvita], a trilha o levando por uma linha de janelas em arco que deixavam entrar uma visão brilhante dos arranha-céus e das estradas que ligavam abaixo. A visão das linhas fluidas de faróis brancos e traseiros vermelhos, e a dispersão aleatória de escritórios que tinham suas luminárias de teto deixadas acesas, e os arcos brilhantes e graciosos das pontes gêmeas, foi tão cativante que ele teve que parar um momento para apreciar a paisagem urbana.

E então ele estava em movimento novamente.

O sistema de segurança tinha sido como esperado, de alto nível, integrado conjunto de cinturão-suspensores-anti roubos que tinham sido um divertido desafio desarmar.

Ei, Vishous não era o único que era útil com a merda de TI* [*tecnologia da informação], ok?

Na verdade, tinha sido um momento de orgulho para Balz não ter tido que consultar o Irmão que é membro do Mensa* [*uma sociedade fundada no Reino Unido, em 1946, se você quer ser membro, o único requisito é que tenha um altíssimo Quociente de Inteligência (QI) - obtido por apenas 2% da população em geral] sobre como desarmar todos os detectores de movimento, sensores de porta e mira a lasers do condomínio. E o fato de Balz fazer tudo à mão e por conta própria fazia parte das regras que estabeleceu para si mesmo. Esses humanos com seus objetos portáteis de valor eram alvos fáceis para um ladrão como ele. Para todos os efeitos, em qualquer casa, condomínio, apartamento, iate, bunker, o que quer que seja, ele poderia simplesmente desmaterializar-se através de uma janela de vidro, colocar os habitantes para dormir mentalmente e usar o desconto de cinco dedos para levar o que quer que ele queira, quando ele quisesse.

Mas isso era como jogar Banco Imobiliário com um par de soco inglês. Se você conseguisse apenas nocautear seu oponente, pegar todos os hotéis e casas, todas as cédulas de dinheiro e todas as propriedades? Ora, parabéns! Você apenas joga os dados e move seu sapatinho pelo tabuleiro pelas próximas 75 mil rodadas, jogando com você mesmo.

O desafio estava nas constrições. E, no caso dele, ele aplicou todas as limitações humanas a si mesmo: ele não tinha permissão para fazer nada que um daqueles ratos sem cauda não pudesse. Essa era a única regra, mas tinha muitas, muitas implicações.

Ok, tudo bem. Ele também trapaceou ocasionalmente.

Só um pouco.

Mas ele era um ladrão, não um padre, que se foda.

Indo além, ele não estava interessado na programação dos quartos de hóspedes vazios. Na verdade, todo o lugar, incluindo o(s) quarto(s) do pânico para o qual ele estava indo, estava vazio. Ele pretendia entrar aqui quando o casal feliz estivesse ausente — porque proprietários eram muito mais desafiadores quando eles estavam, você sabe, em casa — mas ele estava em rotação com a Irmandade e o Sr. e a Sra. viajavam na maior parte do tempo. Ele tinha cansado de esperar as estrelas se alinharem.

A instituição de caridade animal para a qual ele estava dando o dinheiro precisava reconstruir depois daquele incêndio. Felizmente, nenhum dos cães ou gatos tinham sido mortos, mas sua ala médica tinha sofrido danos.

O quê? Ele era um fanático por coisas de quatro patas. Além disso, ele não precisava do dinheiro e ter um propósito para tirar era o que tornava tudo mais do que um passatempo de roubo.

A suíte master era um apartamento dentro do condomínio, uma concentração localizada super chique e ultra privada que incluía uma área de cozinha separada, seu próprio terraço e um banheiro / closet do tamanho da casa da maioria das pessoas. E eles seguiram totalmente o exemplo de 2002 de Jodie Foster* [*menção ao filme “O quarto do pânico” que a Jodie Foster atuou com a Kristen Stewart]. A coisa toda era bloqueada no caso de infiltração de alguém com patrimônio líquido inferior a 40 milhões de dólares ou, se fosse mulher, com uma relação cintura/quadril inferior a 0,75cm.

Padrões, você sabe.

Enquanto ele cruzava a Zona do Chefão* [*seria algo como “a área do mandachuva”], ele parou e ouviu tudo em completo silêncio. Deus, isso era chato pra caralho. Ele realmente teria preferido esperar que o Sr. e a Sra. estivessem em casa. O problema era que ele tinha um certo imperativo em sua linha do tempo, e aqueles dois estavam sempre viajando.

Chegando a um arco, ele olhou para a cozinha. Era estéril como uma sala de cirurgia e igualmente aconchegante, tudo de aço inoxidável e profissional. Então, de novo, não era como se estivessem acontecendo jantares em família. A Sra.oficial do Sr. e seus filhos, gerados antes de ele ganhar seu primeiro bilhão, foram descartados como um mau investimento. Não há mais utilidade para coisas aconchegantes.

Elegante e bonito, frio e moderno.

Como a nova esposa, a nova vida.

Balz continuou. O closet tinha duas entradas, uma pelo quarto e outra por um corredor estreito para os criados. Pareceu educado escolher este último, considerando que ele estava cometendo um crime no local e ele ficou surpreso ao descobrir que as coisas estavam trancadas. Sem problema. Tirando seu kit de assaltante, ele estava dentro como um Flynn* [*ela quis dizer que ele era incrível, sexy, misterioso, e se movia como um ninja fodão] em menos de um minuto, e quando ele entrou na coleção de dignos ternos, gravatas, vestidos e acessórios Neiman-Marcus* [*loja americana de departamento de artigos de luxo], ele respirou fundo. Ah. Então essa era a fonte da fragrância que permeava o andar de cima, e sim, se o dinheiro tivesse cheiro, seria esse. Inebriante, forte o suficiente para ser notado, mas não avassalador... florido, mas com o peso sério da colônia masculina sofisticada.

Como se pessoas ricas fossem cheirar mal.

E merda, era uma maravilha que o Sr. e a Sra. ainda tivessem alguma coisa sobrando no banco considerando essas araras.

Atrás das vidraças, assim como as vitrines do andar de baixo, hastes suspensas estavam distribuídas em todos os níveis, como se as centenas e as centenas de milhares de dólares das roupas fosses perecíveis se deixadas ao ar livre. Havia também um corredor central de dez metros de comprimento com escrivaninhas duplas, dele e dela.

Hora da festa!

Assobiando pelos dentes da frente, Balz dançou sapateado enquanto se concentrava no compartimento que segurava o homem do conjunto de smokings do condomínio. Abrindo o vidro, ele dividiu como o Mar vermelho os ombros das jaquetas de seda fina, separando-as ao meio. A parede que foi revelada era lisa — exceto pelo contorno quadrado que, se você não tivesse visão de vampiro ou os detalhes sobre a localização do cofre, você não perceberia..

Exibindo um processador central o tamanho de um latte venti* [*café com leite do Starbucks, pode ser servido quente ou frio], ele digitou um par de comandos no teclado BlackBerry. Então ele colocou a unidade contra a parede. Havia alguns zumbindo, um estalo e um silvo... e então, o painel se retraiu para revelar um cofre de três por três com uma tranca old school — o que foi uma bela surpresa quando ele hackeou o sistema de alarme para checar quantos e onde estavam conectados.

Ele respeitou a escolha analógica. Porque, ei, você não poderia invadir a maldita coisa pela web, e enquanto girava o botão um pouco, ele reconheceu que teria dificuldade para entrar, mesmo com um maçarico e algumas horas.

Então, sim, era hora de driblar suas regras.

Quando ele acionou a fechadura que não era de cobre com sua mente, a fácil capitulação da fileira de parafusos internos fez com que ele se sentisse como se estivesse sentado em um Barcalounger* [*marca americana que fabrica poltronas de couro reclináveis] comendo Doritos por duas noites seguidas: Ele se sentia inflado pela facilidade e entorpecido pela falta de desafio.

Haveria outras noites para serem testados, disse a si mesmo.

Quando a porta do cofre se abriu, uma pequena luz se acendeu do lado de dentro e iluminou os tipos de guloseimas que ele esperava. O interior também tinha — saca só — prateleiras transparentes, e tudo sobre elas foi separado em — surpresa! — tipo: Havia dinheiro em pilhas agrupadas, lembrando-o, por algum motivo, de beliches. Havia uma caixa cheia de relógios balançando para frente e para trás, jet-setters* [*quer dizer que eles eram tão ricos, que viajavam de jatinho o tempo todo; nesse contexto, os relógios eram os jatinhos indo e vindo] dançando uma música inédita. E havia um monte de estojos de couro para jóias.

Que eram para o motivo dele estar ali.

Com isso, ele pegou o de cima. A coisa era maior do que sua grande e bonita palma e coberta com couro vermelho com uma borda dourada em relevo. Procurando pela trava com seu polegar, ele abriu a tampa.

Balz sorriu tanto que suas presas apareceram.

Mas a feliz alegria não durou enquanto ele contava as caixas que ainda restavam no interior.. Havia mais seis e, por alguma razão, aquela meia dúzia de novas oportunidades o exauriu. Em outro momento de sua vida, ele teria examinado cada um, e escolhido o mais valioso. Agora ele simplesmente estava pouco se fodendo. Além disso, o que ele tinha era Cartier* [*marca de luxo], e o peso do diamante estava na faixa de quarenta a cinquenta quilates com corte, cor e clareza excelentes. Como se ele precisasse de mais?

E não, ele não iria pegar todos eles. Suas regras eram uma coisa, e apenas uma coisa, em qualquer infiltração. Podia ser um objeto, um monte de coisas em um contêiner ou um conjunto que estava de alguma forma solto, mas tangível, ligado entre si.

De volta ao Antigo País, por exemplo, ele roubou uma carruagem com quatro cinzéis perfeitamente combinados sob aquela pequena abertura.

Então, ele estava levando o Cartier e deixando o resto para trás.

Ficando de pé, ele desejou que a porta do cofre se fechasse e se trancasse novamente. E quando ele estava se perguntando se teria que pegar sua pequena e confiável caixa 007* [*menção a série de filmes “007”] de novo para fechar o painel, a seção da parede desceu e se encaixou no lugar automaticamente.

Por um momento, tudo o que ele pôde fazer foi olhar para o Sheetrock* [*nome da empresa que fabrica placas de gesso] branco vazio entre o mar aberto dos paletós de smoking. Fechando os olhos, ele sentiu um vazio que…

— O que você está fazendo?

Ao som da voz feminina, Balz se virou. Parada na porta que dava para o quarto, a Sra. do triplex estava diretamente sob uma das luminárias do teto — o que significava que sua camisola diáfana era totalmente translúcida.

Bem, Sr. Gerente de Fundos de Investimento, Balz pensou, você certamente se saiu bem no altar.

           — O que você está fazendo aqui? — Balz deu um passo para trás com um sorriso lento. — Vocês dois deveriam estar em Paris.



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